Bahia: Hospital Universitário Professor Edgard Santos e Maternidade Climério de Oliveira.
Sergipe: Hospital Universitário de Aracaju e Hospital Universitário de Lagarto.
Alagoas: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes.
Pernambuco: Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).
Paraíba: Hospital Universitário Lauro Wanderley, Hospital Universitário Alcides Carneiro e Hospital Universitário Júlio Bandeira.
Rio Grande do Norte: Hospital Universitário Onofre Lopes, Maternidade Escola Januário Cicco e Hospital Universitário Ana Bezerra.
Ceará: Hospital Universitário Walter Cantídio e Maternidade-Escola Assis Chateaubriand.
Piauí: Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí.
Maranhão: Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão.
Nessas instituições, as equipes concentram esforços em especialidades como ginecologia, obstetrícia, mastologia, urologia e procedimentos preventivos, além de cirurgias eletivas previamente autorizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Região Norte prevê três mil atendimentos
No Norte, a Ebserh estima aproximadamente três mil procedimentos distribuídos entre as seguintes unidades:
Pará: Hospital Universitário João de Barros Barreto e Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza.
Amapá: Hospital Universitário da Universidade Federal do Amapá.
Tocantins: Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Norte do Tocantins.
Amazonas: Hospital Universitário Getúlio Vargas.
Roraima: Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima.
Nos estados nortistas, a agenda inclui consultas especializadas, exames de imagem, testes laboratoriais e intervenções cirúrgicas de baixa e média complexidade, todos voltados à diminuição das filas de espera regionais.
Ampliação do acesso para mulheres indígenas
Para garantir a participação de mulheres indígenas residentes em áreas remotas, o Ministério da Saúde articula o transporte e a hospedagem gratuitas em Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casai). A infraestrutura de apoio estará disponível em cidades como Boa Vista (RR), Brasília (DF), Goiânia (GO), Manaus (AM), Belém (PA), São Luís (MA), Maceió (AL), Macapá (AP), Cuiabá (MT), Araguaína (TO), Campo Grande (MS) e Dourados (MS). A medida busca reduzir barreiras geográficas e assegurar que populações indígenas tenham acesso aos serviços oferecidos no Dia E.
Objetivo é reduzir filas no SUS
De acordo com a Ebserh, o mutirão foi planejado para encurtar o tempo de espera de pacientes que aguardam procedimentos pelo SUS, sobretudo em linhas de cuidado femininas, como rastreamento de câncer de mama e do colo do útero, planejamento reprodutivo, além de demandas cirúrgicas ginecológicas. A ação simultânea permite otimizar escalas de profissionais, utilizar salas cirúrgicas além do horário habitual e ampliar a oferta de exames complementares.
Embora o foco principal esteja nas necessidades de saúde da mulher, a programação inclui consultas e intervenções em outras especialidades conforme a demanda de cada unidade. Todos os atendimentos seguem protocolos de segurança assistencial e critérios previamente validados pelas secretarias estaduais de saúde.
Mobilização nacional envolve 45 hospitais universitários
O programa Ebserh em Ação coordena mutirões periódicos nos 45 hospitais universitários federais administrados pela empresa. Essas instituições, além de atenderem pacientes do SUS, funcionam como campos de prática para estudantes de medicina, enfermagem e outras áreas da saúde, fortalecendo o ensino e a pesquisa.
A Ebserh informou que a logística do Dia E inclui o reforço de equipes multidisciplinares, ampliação temporária de turnos de trabalho e adequação de insumos. Relatórios de produtividade serão consolidados após o encerramento das atividades para mensurar o impacto da ação e subsidiar novas edições.
O mutirão deste sábado marca a maior iniciativa voltada especificamente à saúde feminina na história da Rede. Pacientes inscritos receberão orientações pós-atendimento e, quando necessário, serão encaminhados para acompanhamento ambulatorial ou rede de referência territorial.
Crédito da imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil